A Câmara de Ílhavo reage ao comunicado do PS sobre a ausência de resposta fora da época balnear e considera que o Partido Socialista embarca no alarmismo.
Essa comunicação surgiu poucas horas depois do tema ter sido debatido em Assembleia Municipal e para a maioria lavra num erro que é transmitir uma mensagem de insegurança.
Estranha que o Partido insista no tema depois da autarquia ter admitido que gere uma bolsa de dias extra para garantir segurança nas praias ao fim de semana e feriados.
“A segurança das pessoas merece mais do que alarmismo político. E quando o PS Ílhavo apresenta como proposta aquilo que sabe já existir, não está a esclarecer os cidadãos: está a criar uma perceção errada e alarmante sobre a realidade”, declara a autarquia.
“O Município de Ílhavo possui uma estratégia, plano e dispositivo de vigilância ajustado ao risco e à previsão de afluência, nos períodos fora da época balnear.
Este mecanismo esteve sempre delineado e coordenado, quer com a ResgatÍlhavo, quer com a própria Capitania do Porto de Aveiro, através do Executivo e do Gabinete de Proteção Civil Municipal. A segurança nas praias é uma prioridade permanente para a Câmara Municipal. Por isso, importa esclarecer que os planos de ação não se limitam ao período formal da época balnear, ao contrário do que resulta da leitura do comunicado do Partido Socialista de Ílhavo”.
A autarquia diz que faz a gestão de acordo com os recursos disponíveis.
“Não está em causa escolher entre ter vigilância ou não ter vigilância fora da época balnear. Está em causa organizar os meios disponíveis de forma responsável e, fundamentalmente, de forma proporcional ao risco efetivamente existente, garantindo capacidade de resposta quando as circunstâncias o justificam. Foi esse modelo que já foi aplicado antes do início da época balnear de 2026 e que está planeado para ser aplicado fora do período oficial sempre que as condições o aconselhem e exista previsão de afluência significativa às praias”.
Aveiro recebe o VII Congresso da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade.
Inserido na XIX Festa da Solidariedade, nos próximos dias 7 e 8 de outubro, o VII Congresso da CNIS centra atenções na temática «Pobreza e Proteção Social».
No Centro de Congressos de Aveiro, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade mantém bem alta uma bandeira que levantou há muito e que passa por tentar responsabilizar o Estado pela Proteção Social para que possa haver um mais eficaz combate à pobreza.
Com o ciclo de 22 anos de presidência de Lino Maia a chegar ao fim, a CNIS estimula o debate sobre uma matéria que necessita de um olhar bem mais atento por parte de todos.
No primeiro dia de trabalhos (7), serão abordadas questões como o «Enquadramento Global, Ético e Doutrinário», com especial incidência na «Dignidade da pessoa humana» e ainda «A nova ordem mundial: guerra, economia e impacto social».
Experimentar um «Diagnóstico da Pobreza em Portugal» é outro dos desafios do dia, que versará a «Caracterização da pobreza em Portugal e comparação Europeia», a «Complexidade do fenómeno social da pobreza» e a «Estratégia Nacional de Combate à Pobreza».
A fechar o dia, a temática será a «Proteção Social como Direito», com reflexões sobre «Constituição da República Portuguesa e Proteção Social» e «Evolução das políticas sociais em Portugal».
No dia 8 de outubro, as «Políticas Sociais em Portugal» estarão em debate, com os palestrantes a serem convidados a meditar sobre «O que está a funcionar e o que falha nas políticas sociais existentes nas áreas da ação social, saúde, educação, habitação, emprego e justiça» e as «Reformas em curso e desafios».
A «Territorialização da Pobreza» será o tema em debate na primeira mesa-redonda do dia, segue-se uma abordagem ao «Papel do Sector Social e Solidário» e a ação das IPSS na mitigação da pobreza, para os trabalhos encerrarem com a segunda mesa-redonda, subordinada ao tema «Caminhos para o Futuro» é a temática da mesa-redonda que abordará a questão de «Que políticas sociais queremos».
A sessão de encerramento estará a cargo do Presidente da República, António José Seguro, não sem antes José Carlos Batalha, presidente da Mesa da Assembleia Geral da CNIS, a elaborar as Conclusões do VII Congresso da CNIS.
A Costa Nova abre a programação das Festas em Honra de Nossa Senhora da Saúde.
Esta noite, às 21h, com a Procissão de Nossa Senhora de Fátima com velas.
Na sexta, às 20h00, haverá Celebração Penitencial, seguindo-se o arraial noturno, com a Banda Fénix.
Sábado é dia para a atuação da Banda União Filarmónica do troviscal, às 15h, que percorrerá as ruas da freguesia saudando todos os habitantes.
A celebração da Eucaristia decorre às 21h seguindo-se o arraial com a Banda Europa.
Domingo é o dia principal com salva de 21 tiros às 8h.
Meia hora depois dá-se a chegada da Filarmónica Gafanhense, Fanfarra e Banda de Gaitas de São Bernardo e União Filarmónica do Trovisal, que percorrerão as ruas da Paróquia.
A partir das 09H00 com acolhimento de peregrinos.
Segue-se, às 10h, a celebração da Eucaristia, com a benção dos doentes e profissionais de saúde.
Depois, às 11h, realiza-se a procissão Solene de Nossa Senhora da Saúde, acompanhada pela Filarmónica do Troviscal.
A tarde conta com arraial diurno com atuação do conjunto típico Irmãos Leais (16h) e celebração Mariana do Akathistos (17h).
A noite é de música com atuação do Grupo Top5 (22h) e espetáculo de fogo de artifício (23h).
Na segunda, dia 28, encerramento dos festejos há acolhimento aos peregrinos doentes (9h), celebração da Eucaristia com a Unção dos doentes (10h), Oração do terço (16h), apresentação do programa Pray´ilhavo dedicado ao Património Religioso edificado do arciprestado de Ílhavo (17h) e Oração de Vésperas (18h).
A atuação do Grupo Vinil (22h) e a sessão de fogo de artificio completam o programa.
A via panorâmica é “chave” na criação de um eixo alternativo, entre Aveiro e Ílhavo, que permita criar o corredor para o metrobus.
O esclarecimento é apresentado pelo presidente da Câmara de Ílhavo.
Rui Dias é confrontado com os avisos da bancada do PS que exige o fim do "caos rodoviário" e “planeamento urgente para a mobilidade no concelho”.
Poucos dias depois do presidente da Câmara de Aveiro ter anunciado passos para a criação de uma linha BRT, e perante as desconfianças de quem não acredita que o projeto tenha pernas para andar, Ílhavo dá o sinal de que a chave poderá estar no relançamento da via entre o Parque da Ciência e Inovação e a Universidade de Aveiro.
O presidente da Câmara de Ílhavo lembra que há 34 mil carros a entrar diariamente em Aveiro sem que exista uma variante a ligar os dois concelhos.
Via sucessivamente adiada pode assumir papel decisivo nas políticas de mobilidade.
A via panorâmica entra de novo nas contas para completar uma ligação até Verdemilho, via Parque da Ciência, e depois uma via de Verdemilho até à zona da rua da Pega, ligando os centros das cidades, com passagem por zonas como o PCI, a UA, o Hospital, ou o centro de transportes (com áudio)
O PS pede prioridade às políticas de mobilidade salientando casos como os da saturação da antiga Estrada Nacional 109 e o acesso às praias.
Sérgio Lopes recorda a recente celebração da Semana Europeia da Mobilidade que acabou por não apresentar grandes dados sobre esta realidade.
Lembra que se trata de desafios que requerem “forte mobilização de recursos financeiros”, “metas hierarquizadas” e “execução estruturada a longo prazo”.
Destaca a “urgência” em concretizar uma via alternativa entre Ílhavo e Aveiro.
Apela, por isso, à conclusão da variante circular a Ílhavo, adiada ao longo das últimas décadas.
E diz que o sucesso do mandato da nova maioria, liderada por Rui Dias, também vai depender dessa capacidade de concretizar planos há muito adiados (com áudio)
Sérgio Lopes e os desafios de uma avaliação que chega em 2029.
O custo da recolha e tratamento de lixo em Aveiro vai disparar e pesar nos cofres da autarquia.
Autarquia e Assembleia Municipal dão os passos para alterações aos compromissos plurianuais, “prolongamento” da concessão que termina a 1 de Outubro e preparação de novo concurso para os próximos 8 anos.
A Assembleia Municipal de Aveiro autoriza a manutenção do operador Veolia, com concessão em vigor, até à definição de novo concurso que poderá vir a custar aos cofres da autarquia 36,2 milhões de euros em 8 anos, bem acima dos valores estimados no início deste ano.
Na altura a estimativa apontava para pouco mais de 19 milhões de euros.
Ouviram-se dúvidas dos partidos sobre as razões que justificam mudança drástica e apelos a um trabalho atempado.
O PS entende que deveria existir uma base sustentada antes de partir para o processo negocial.
Fernando Nogueira admite que seria importante conhecer os custos da internalização e trabalhar a dimensão intermunicipal deste tema.
Há concordância com a operação mas assinalam-se críticas de quem encontra no novo caderno surpresas difíceis de aceitar.
Livre e PS abstiveram-se deixando nota de surpresa pela atualização de valores.
Bruno Fonseca, do Livre, fala em processo que denota desleixo com o calendário.
Os partidos defendem investimento em políticas para a redução de resíduos e “avaliação” do serviço temendo agravamento de custos para os cidadãos ao mesmo tempo que pedem rigor na fiscalização da autarquia ao cumprimento do caderno de encargos.
Cláudia Rocha, da IL, entende que existem questões em aberto sobre a forma como o serviço é prestado.
Os partidos mais próximos da maioria falam em necessidade de fundamentar as decisões para esclarecer o eleitorado.
O Chega coloca questões sobre calendário, custos e possíveis ajustamentos durante a concessão.
Matilde Soares Machado espera que a concessão não apresente surpresas ao longo da sua vigência.
Caetano Alves, do CDS, apela à divulgação de dados que detalhem a operação em nome da transparência:
O porta voz do PSD desafia o executivo a referir-se às poupanças com a economia de escala.
Joaquim Marques assume que faltam alguns dados sobre garantias de qualidade (áudio das bancadas parlamentares).
A passagem de um valor estimado de cerca de 19 milhões de euros, na expetativa inicial, em Janeiro de 2026, para um concurso que aponta para cerca de 36 milhões de euros mais IVA, neste final de ano, fizeram disparar os alarmes.
Luís Souto Miranda afirma que também houve surpresa entre os vereadores da maioria.
O autarca de Aveiro defende o trabalho técnico da autarquia para sustentar o concurso e ressalva que o mundo não é mesmo.
Cita o agravamento de custos com a instabilidade mundial e a inflação que afeta áreas como o setor dos transportes.
E adverte para o aumento dos custos do trabalho.
Souto garante que existe fundamentação e que é comum a todos os Municípios (com áudio).
Veolia mantém a recolha por mais alguns meses, até ao máximo de um ano, enquanto decorre o concurso para a concessão para os próximos 8 anos.
A associação Musikarisma apresenta o cartaz do 4º Festival da Música da Ria - Aveiro 2026.
Festival da Música da Ria está marcado para 7 de Novembro no Centro de Congressos de Aveiro.
Estão selecionados 15 concorrentes de locais como Viseu, Valongo, Vila Real, Tomar, Lisboa, Gondomar, Charneca da Caparica, Leiria, Murtosa, Estarreja e Aveiro.
Estudo científico do Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB/FMUL) e da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) revela que os alunos das escolas do distrito de Aveiro melhoram hábitos alimentares ao implementarem o projeto “Heróis da Fruta”.
Projeto faz aumentar o consumo de fruta e vegetais entre os alunos.
Alterar comportamentos e rotinas alimentares na infância representa um dos desafios pedagógicos mais complexos da atualidade, exigindo dinâmicas lúdicas que superem o ensino teórico convencional e motivem verdadeiramente as crianças em sala de aula.
No distrito de Aveiro, a monitorização do Projeto “Heróis da Fruta” (ano letivo 2024/2025), desenvolvida pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB/FMUL) em parceria com a (APCOI), provou a eficácia do seu método ao superar esta barreira pedagógica nas escolas de municípios como Águeda, Aveiro, Castelo de Paiva, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar e Santa Maria da Feira.
O Projeto “Heróis da Fruta” fez subir de 67,4% para 86,4% a percentagem de alunos que consomem fruta ou vegetais todos os dias na escola; a proporção de alunos que leva lanches diários saudáveis para a escola passou de 68,1% para 85,6% e, durante a iniciativa, 46,9% dos alunos experimentaram pela primeira vez uma fruta ou vegetal que nunca tinham provado.
Estes indicadores mostram a utilidade de iniciativas lúdicas no ambiente escolar para criar rotinas de saúde simples e duradouras.
Mário Silva, Presidente da APCOI, sublinha que os números são encorajadores.
"Estes números no distrito de Aveiro mostram que, quando a mensagem é transmitida de forma divertida e próxima, os alunos aderem. O Projeto “Heróis da Fruta” ajuda as famílias e as ESCOLAS a construir um caminho muito mais saudável para as nossas crianças. O método funciona, é totalmente gratuito e transforma a alimentação das crianças em apenas cinco semanas. A APCOI renova este compromisso com o futuro e convida todos os professores e estabelecimentos de ensino de todo o país a inscreverem as suas turmas em heroisdafruta.com/inscricao até 31 de outubro, garantindo que mais alunos têm a oportunidade de crescer a fazer escolhas alimentares mais felizes, equilibradas e saudáveis."
Estes novos dados sobre o impacto real que o Projeto “Heróis da Fruta” tem na saúde e nos hábitos diários das crianças nas escolas em Portugal foram apresentados já este mês de setembro no âmbito da 1ª Conferência Heróis da Fruta, um evento marcante que celebra 15 anos de trabalho contínuo da APCOI na promoção de hábitos alimentares saudáveis e na prevenção da obesidade infantil em Portugal.
Reunindo em Lisboa autarquias, juntas de freguesia e especialistas das áreas da saúde, nutrição e educação, o encontro serviu para partilhar os resultados do mais recente estudo científico do ISAMB/FMUL e para debater o papel decisivo do poder local e da comunidade escolar no desenho de políticas públicas mais eficazes, saudáveis e sustentáveis para o futuro das crianças em Portugal.
A reabilitação da ponte da Vista Alegre não deve deixar no esquecimento uma nova travessia no canal do Boco.
Deputados municipais de Ílhavo concordam na importância de garantir uma travessia no mais curto espaço de tempo mas alertam para as insuficiências que a reabilitação da antiga ponte acarreta, com tempo de vida útil limitado e travessias condicionadas.
O movimento “Unir para Fazer” lamenta que o projeto para a nova ponte tenha sido ignorado.
Avisa que é necessário abrir processo para construir uma nova travessia.
Rui Rufino e Pinto Reis lamentaram que se tenha perdido o capital de trabalho investido no concurso de ideias para a nova ponte.
Lembram que em termos estruturais, os problemas identificados na ponte antiga poderão continuar presentes depois da reabilitação.
Pinto Reis alerta para a eventual derrapagem dos custos da empreitada de reabilitação, para a falta de construtoras interessadas e para o prazo de validade desta obra.
E avisa que existe uma responsabilidade associada à decisão política em matéria de segurança (com áudio)
O PS admite contentamento de ver o Município dar uma resposta ao problema que dominou o debate no primeiro ano de mandato.
Afirma que é importante seguir para outras questões igualmente fundamentais na vida autárquica.
Entre os alertas está a necessidade de não esquecer que esta é uma solução com prazo de validade.
Sérgio Lopes defende a abertura de processo para uma nova travessia, a médio prazo, com caderno de encargos que responda aos objetivos, usos, funções e papel no futuro da mobilidade municipal.
O vogal do PS diz que é tempo de seguir em frente e não ficar agarrado à ponte (com áudio)
Da parte da maioria ouviram-se elogios à forma como o tema foi tratado.
PSD e CDS entendem que a entrega do tema a técnicos da Universidade de Aveiro, especialistas em pontes, é um bom princípio.
O presidente da Câmara de Ílhavo adianta que a autarquia seguiu as sugestões dos técnicos com a preocupação de criar uma solução rápida para os problemas de mobilidade entre Gafanha da Boa Vista e Vista Alegre.
Rui Dias lembra que foram equacionadas alternativas, como a ponte militar, mas prazos e custos levaram à reabilitação da antiga ponte, solução assumida como prioritária pela nova maioria.
O autarca admite que a definição de circulação alternada, gerida por semáforos, resulta dos pareceres técnicos, atendendo ao movimento crescente naquela área (com áudio)
Ílhavo perto de fechar o concurso para a reabilitação da antiga ponte da Vista Alegre.
A praia da Barra terá sistema de semáforos nas travessias de peões como forma de garantir fluidez na Avenida João Corte Real.
Depois da rotunda desnivelada, o Município de Ílhavo prepara novo investimento na gestão de tráfego.
Autarquia estuda a introdução de semáforos para temporizar e ordenar as travessias de peões, na saída das praias, em articulação com a circulação automóvel.
Questionado, esta noite, em Assembleia Municipal, sobre políticas de mobilidade, o autarca de Ílhavo deixou claro que é necessário introduzir medidas de gestão nas travessias pedonais.
A eventual redução de passadeiras e a gestão das travessias com semáforos figuram como solução para evitar a interrupção permanente e a quebra regular na cadência da saída de viaturas nos meses de Julho e Agosto (com áudio).
Ílhavo prepara novas medidas para organizar e compatibilizar os atravessamentos pedonais na avenida João Corte Real com a circulação automóvel.